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Blog de idéias da Rê Nos últimos dias (semanas) tenho pensado: como é difícil entendermos as pessoas, e elas nos entenderem. Às vezes, passo pela maior crise, fico mal, no pó mesmo, e ninguém percebe, ou simplesmente não entendem o porque dos meus problemas, achando que o motivo é bobo, ou algo sem muita importância, ou então que não poderão me ajudar... O outro lado também acontece. Muitas vezes alguém bem próximo passa por um longo deserto, eu fico ali, meio que assistindo passivamente, ou tão entretida nas minhas coisas que não viro os olhos para o lado para tentar ajudar, ou apenas chorar junto... Por que é tão difícil vivermos sem olhar pro nosso próprio umbigo? Por que nos acostumamos a achar os nossos problemas mais problemáticos que os dos outros? Por que é tão difícil andar a segunda milha (Mt 5. 40-48)? Hoje, sei que muitas pessoas próximas estão passando por grande lutas, crises, solidão mesmo... Minha posição diante disso é a seguinte: Gostaria que todos vocês sentissem que não estão sozinhos. Quero poder ser mais sensível às necessidades das pessoas que eu amo, e também com aqueles que não são tão próximos a mim, mas que tenho uma ligação de sangue (de Cristo). Sei que também é necessário ser transparente em meio a crise (o que dói na maioria das vezes, eu sei), mas procurem falar, expressar de alguma maneira um pedido de socorro. Talvez nem todos possam ajudar da maneira desejada, mas uma mão estendida, um abraço apertado, é sempre muito bem vindo... Escrevo isso pensando em algumas pessoas, mas talvez você esteja lendo esse texto e passe por situação semelhante. Ou então, sofra da mesma “falta de sensibilidade” em relação aos outros... Que Deus nos ajude a sermos pessoas mais parecidas com Ele, nos importando com o que realmente importa, vivendo um amor verdadeiro, sacrificial, que não quer nada em troca. Difícil, eu sei, mas temos Cristo, o inspirador de tudo isso.
Escrito por Rê às 10h47 [] [envie esta mensagem] |
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